11 de março de 2014

Voa!



Nas asas do tempo!
Em florestas cinzentas desvairadas pela irreverência do ar…
Cozendo as brechas de tinta que se soltam do coração!
Planando pelas folhas da inspiração
Dormindo ao relento, entre as tuas mãos
Como amo saborear-te por dentro…
Percorrendo labaredas verdejantes do arco-íris plantado na alma!
De um pássaro caído, fingindo a sua morte…
Lançando os suspiros da esperança em raízes profundas
Cavadas nas montanhas do além-mar, das estrelas…
Da lua resplandecente e brilhante que me ilumina o olhar!
Voa, voa alma solitária… e traz do tempo do futuro
A luz do olhar nascido em terras distantes!
Voa! Voa!...

4 comentários:

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

"voa alma solitária… e traz do tempo do futuro A luz do olhar nascido em terras distantes!"

Um belíssimo poema a pedir que se areje com urgência a alma...

Muito bom!

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

LINDÍSSIMO

Nilson Barcelli disse...

Devias escrever mais, muito mais.
Porque fazes poesia de excelência.
Sus, tem um bom fim-de-semana.
Beijo.

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Wow... brilhante!

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